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‘Operação Réplica’ apreende equipamentos falsos em três shoppings de João Pessoa

por publicado: 17/01/2018 17h09 última modificação: 17/01/2018 17h09
Divulgação A ação foi motivada por uma denúncia formal feita pelo escritório de advocacia que representa a empresa norte-americana JBL no Brasil

A ação foi motivada por uma denúncia formal feita pelo escritório de advocacia que representa a empresa norte-americana JBL no Brasil


Da redação com Secom-PB

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, realizou na manhã desta quarta-feira (17) a ‘Operação Réplica’, que teve como objetivo apreender equipamentos falsos vendidos no comércio da capital paraibana. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em lojas de eletroeletrônicos localizadas em três shoppings populares que ficam no Centro da cidade e em duas lojas de produtos importados na Rua Duque de Caxias. Dez pessoas responsáveis por esses estabelecimentos foram conduzidas à delegacia.

A ação foi motivada por uma denúncia formal feita pelo escritório de advocacia que representa a empresa norte-americana JBL no Brasil. “Eles informaram que os funcionários da marca de aparelhos de som encontraram durante visitas a algumas lojas de João Pessoa produtos falsos com a marca da empresa, o que representa crime. A partir daí as investigações começaram. Os levantamentos policiais duraram aproximadamente dois meses. A equipe da nossa delegacia realizou diversas diligências nos estabelecimentos e confirmou através dos próprios vendedores das lojas investigadas que os produtos vendidos por eles eram réplicas”, disse o delegado João Ricardo, responsável pelas investigações.

Durante a ‘Operação Réplica’ foram apreendidas mais de mil caixas de som portáteis, fones e cabos. Um representante da marca acompanhou os policiais da Delegacia de Defraudações e Falsificações para comparar se os aparelhos apreendidos seriam mesmo réplicas, o que foi confirmado.

O prejuízo para a empresa JBL com a venda desses equipamentos falsos pode ser superior a R$ 1 milhão. Os responsáveis pela venda do material falso vão responder pelo crime contra a propriedade industrial e, de acordo com o andamento das investigações, ainda podem responder por associação criminosa. Por ser um crime de menor potencial ofensivo, o Código de Processo Penal prevê um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e a liberação dos investigados após o depoimento para aguardar pela sentença da Justiça em liberdade.

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