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Acusado de liderar facção é morto

publicado: 01/07/2026 09h14, última modificação: 01/07/2026 09h14
Alvo de um mandado de prisão, Lourinho teria reagido a uma abordagem policial da PCPB, em Pernambuco
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Força-tarefa apreendeu armas e munições atribuídas ao homem | Fotos: Divulgação/PCPB

Um homem apontado como uma das principais lideranças da organização criminosa Nova Okaida morreu, ontem, após reagir a uma abordagem policial em Pernambuco. Conhecido como “Lourinho”, o homem de 42 anos, que teria concentrado suas atividades criminosas na região de Campina Grande e do Curimataú, era alvo de uma ordem de prisão preventiva.

Ele havia sido localizado e capturado no município de Palmares (PE), no âmbito da Operação Aestiva, que também incluiu o cumprimento de mandados judiciais de busca e apreensão em endereços na Paraíba, em Alagoas e em Pernambuco — onde foram recolhidas armas de fogo e munições atribuídas ao investigado. A empreitada foi promovida por equipes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) — com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Unidade de Inteligência Policial (Unintelpol) e da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE).

Como informou a PCPB, em nota, os agentes que executaram a ordem de detenção tiveram de recorrer ao uso proporcional de força para conter a agressão de Lourinho. Sem especificar do que decorreram os ferimentos sofridos pelo alvo, a instituição relatou apenas que ele chegou a ser socorrido e encaminhado a um hospital, mas seu quadro agravou-se e ele não resistiu.

Lourinho era acusado de diversos crimes, incluindo triplo homicídio, tráfico de drogas, uso de documento falso e ataques a instituições financeiras. Ele ainda teria se envolvido em ações de “resgate” em duas unidades prisionais, no Rio Grande do Norte e em Pernambuco.

*Matéria publicada originalmente na edição impressa do dia 1º de julho de 2026.