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Mídia nacional destaca projeto de educação fiscal premiado de Cajazeiras

por publicado: 05/01/2018 22h46 última modificação: 05/01/2018 22h46
Arquivo A escola arrebatou o 2º lugar do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, na categoria Escolas, promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), entre mais de 600 concorrentes nacionais

A escola arrebatou o 2º lugar do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, na categoria Escolas, promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), entre mais de 600 concorrentes nacionais


Da redação com Secom-PB

A mídia nacional repercutiu os projetos premiados e desenvolvidos pela Escola Estadual Cidadã Integral Técnica Professora Nicéa Claudino Pinheiro, no município de Cajazeiras. A escola arrebatou o 2º lugar do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, na categoria Escolas, promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), entre mais de 600 concorrentes nacionais. No ano passado também a Escola havia vencido o Prêmio Afrafep de Educação Fiscal edição 2017 entre as escolas públicas paraibanas com o projeto ‘Sua nota vale conhecimento’.

A reportagem especial do Portal Jota, um dos canais segmentados de notícia jurídica mais acessada do país por juristas, bacharéis e operadores do direito, destacou a mudança de visão dos alunos com os projetos interdisciplinares da escola estadual paraibana, que envolvia não apenas a questão de educação fiscal, mas o empreendedorismo, a exemplo da ‘empresa por um real’, que inspirou o empreendimento da estudante Ângela Lins, de 15 anos, que é destaque na matéria. Clique aqui para a reportagem ‘Escolas usam danças e balas para promover educação fiscal e financeira’, da jornalista Jamile Racanicci, no Portal Jota.

Os projetos desenvolvidos, além do empreendedorismo, capacitam os estudantes a aprenderem a mensurar despesas com matéria prima e equipamentos, calculam o valor devido em impostos e precificam o produto final tendo em vista a margem de lucro. A reportagem intitulada ‘Escolas usam danças e balas para promover educação fiscal e financeira’ aponta ainda que a escola, por meio do projeto, também ensinou aos alunos que o valor pago em tributos deve ser revertido em melhorias para a sociedade.

Diante disso, alguns estudantes fizeram uma pesquisa na comunidade sobre o hábito de pedir a nota fiscal. De acordo com o levantamento, mais da metade dos consumidores não solicitava a nota no ato da compra. Um questionário com comerciantes também mostrou que a maioria dos estabelecimentos não tinha estrutura para emitir o documento regularmente.

Cerca de 170 estudantes da escola se envolveram com o projeto. As atividades ocorreram ao longo de sete meses de 2017 e, no final desse período, cada turma apresentou os resultados uma para a outra. “Tendo o projeto na escola, isso muda a comunidade também. Os alunos aprendem seus direitos e deveres e a cobrar isso dos governantes”, afirma o coordenador do projeto, professor José Ribamar Bringel, acrescentando que “o projeto foi interdisciplinar, pois foi aplicado junto com outras disciplinas da escola e tinha como método ser replicado pelo aluno, atingindo seus lares e negócios da família”, destacou.

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