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Transposição: águas do São Francisco chega ao Ceará neste semestre

por publicado: 20/03/2018 22h05 última modificação: 20/03/2018 22h34
José Cruz/Agência Brasil Helder Barbalho afirmou que o governo vai utilizar novamente motobombas para agilizar a conclusão as obras da transposição

Helder Barbalho afirmou que o governo vai utilizar novamente motobombas para agilizar a conclusão as obras da transposição


Paulo Victor Chagas

Da Agência Brasil

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, disse nesta terça-feira (2) que as águas do Projeto de Transposição do Rio São Francisco chegarão aos canais do Ceará até o fim do primeiro semestre deste ano. Segundo ele, após a passagem do chamado Caminho das Águas pelo reservatório de Jati (CE), as águas estarão liberadas para seguirem o curso do Eixo Norte, nos próximos meses, em direção à Paraíba e ao Rio Grande do Norte.

Helder Barbalho participou de audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado. Ao responder aos parlamentares sobre o programa de revitalização do São Francisco, ele disse que o “desafio” atual é muito mais “financeiro que orçamentário”. “Estaremos concluindo até este semestre as obras que vão levar as águas ao reservatório Jati. Agora precisamos acompanhar a passagem das águas pelos caminhos que estão prontos. Não temos nenhuma intervenção a ser feita”, disse o ministro.

Segundo ele, para agilizar a conclusão das obras, o governo federal vai utilizar novamente motobombas e outros equipamentos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), assim como foi feito para a conclusão das obras no Eixo Leste, no ano passado. O ministro aproveitou a audiência para informar que, um ano após a inauguração do Eixo Leste, as respostas da transposição no estado da Paraíba “são absolutamente extraordinárias”.

Já sobre o trecho que foi prejudicado pelo afastamento da construtora Mendes Júnior, envolvida nas investigações da Lava Jato, Barbalho disse que a empresa já foi notificada pelo ministério, que se debruça no momento sobre a dosimetria das penas que aplicará pelo o atraso nas obras. A continuidade do empreendimento, porém, já foi garantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF)em junho passado.

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